Câmara debate assistência e políticas públicas aos autistas

Em audiência pública na  quarta-feira, 4 de Abril, a Câmara Municipal de Fortaleza colocou em pauta a assistência ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). O debate, subscrito pelo vereador Márcio Martins (PR), evidenciou a importância da garantia dos direitos básicos as pessoas com autismo e a importância acontece num momento especial, matérias vinculadas ao destino de recursos as pessoas com autismo, como poder legislativo, está aí junto ao gabinete do prefeito buscar esse debate, sabemos que muitos tem a missão de acompanhar as pessoas com necessidade especiais.

“Todas as vezes que nós vamos construir algo nessa vida nós fazemos o planejamento. Peço as autoridades presentes que seja realizado um senso da população com autismo, para melhor avaliar os investimentos necessários na educação e na saúde”, apontou o vereador Márcio Martins.

O momento evidenciou o papel de política públicas permanente e que envolvam o atendimento multiprofissional das pessoas com Transtorno do Espectro Autista. A conselheira tutelar Estela Cavalcante evidenciou os diversos casos atendidos pelo Conselho Tutelar, reforçando a necessidade da humanização no atendimento as famílias e pessoas com o autismo.

Dentre os problemas enfrentados pelas crianças e jovens com autismo, o debate colocou em destaque o serviço de educação, com foco na inclusão. “Nós não estamos prontos para a Lei da Inclusão, nossas escolas excluem as crianças com deficiência. Entendo que a professora tem dificuldade em atender as crianças com deficiência principalmente quando não conta com a atuação de uma mediadora em sala”, apontou a conselheira tutelar.

Falando em nome das pessoas com autismo, Maria Bruna representando a Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas com Autismo (Abraça) e João Carlos da Casa da Esperança, evidenciaram os anseios em torno dos seus direitos como cidadão, e reforçaram a importância de desconstitucionalizar o “tratamento” das pessoas com autismo. Os jovens frisaram a luta contra o preconceito e a violência sexual contra as pessoas com autismo, reforçando o direito a independência e a inclusão no mercado de trabalho.

O debate contou com a participação do promotor Germano Guimarães representando o Ministério Público do Estado; do vice-presidente da Casa da Esperança, Gustavo Mapurunga; Keiliane Chaves, da Associação Pintando o Sete; Ana Paula Cristóvão da Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra); e Ana Timbó da Associação TEAmo.

Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do desenvolvimento neurológico, caracterizado por uma alteração da comunicação social e pela presença de comportamentos repetitivos e estereotipados.

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